Examinando por Materia "Remote sensing"
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Publicación Acceso abierto Caracterización de Islas Frescas Urbanas - IFU- en la Ciudad de Santiago de Cali, Colombia.(2015-04-13) Fernández Córdoba, Jhonattan; García Millán, NathaliePublicación Acceso abierto Los sensores remotos en los proyectos de mitigación de gases de efecto invernadero.(2015-04-10) Zapata Arbeláez, Beatriz Irene; Anaya Acevedo, Jesús AdolfoSe realizó una revisión del estado del arte de las técnicas de teledetección para la implementación de programas de mitigación de Gases de Efecto Invernadero (GEI), MDL y REDD. Para tal fin se recopiló la información documentada haciendo una clasificación de la misma en tres grandes clases de sensores: ópticos, radar y LiDAR. Posteriormente, se evaluó la conveniencia del uso de cada uno de estos en los diferentes elementos que contiene el monitoreo de REDD en áreas tropicales, resaltando la gran importancia que tienen las observaciones de campo y el conocimiento de las áreas evaluadas para la escogencia de la escala y para los supuestos que se realicen en la tipificación de la dinámica del bosque. Por último, se presentan las características principales de los tipos de sensores, así como sus limitaciones y cómo estas limitaciones se pueden disminuir al combinar diferentes técnicas metodológicas. ABSTRACT. A state of the art of remote sensing techniques was made in the context of Greenhouse Gases (GHG) emissions, CDM and REDD. For this purpose the documented information was collected and classified into three major classes of sensors: optical, radar and LiDAR. In addition, we evaluated the appropriateness of each sensor in the monitoring of the REDD tropical forests. Here, we highlighted the added value of field observation, the great value of local knowledge in areas to be evaluated, the selection of the appropriate detail level (scale), and the importance of characterizing forest dynamics. Finally this article presents the main characteristics of sensor types, sensor limitations and how these can be reduced by combining different techniques.Publicación Acceso abierto Vulnerabilidade à erosão quanto aos aspectos solo e vegetação em uma bacia hidrográfica no semiárido.(2018-07-09) Silva Moura, Matheus Magalhães; De Araújo Neto, José Ribeiro; De Quiroz Palácio, Helba Araújo; Albuquerque Batista, Francisco Johnson; Moreira de Sousa, Marcos MakeisonA vulnerabilidade dos solos à erosão, é resultado do balanço entre os processos morfogenéticos e pedogenéticos, conforme a abordagem ecodinâmica, que promovem a formação do solo ou sua perda por erosão, originando unidades de paisagens estáveis, intermediárias ou fortemente instáveis. Neste contexto, este trabalho objetivou analisar a vulnerabilidade à erosão dos solos da Bacia Experimental de Iguatu (BEI), a partir da metodologia de Crepani et al. (2001) segundo os princípios da Ecodinâmica de Tricart (1977), por meio de técnicas de Sensoriamento Re-moto e ferramentas de Geoprocessamento, representando a dimensão ambiental do Zoneamento Ecológico-Econômico. Para a obtenção das classes de vulnerabilidade, foram avaliados os temas pedologia e vegetação a partir dos mapas disponibilizados na forma digital pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME), todos na escala de 1:100.000 da folha de Iguatu, (SAD-69 Zona 24S). Os mapas de vulnerabilidade para ambos os temas foram definidos em cinco classes: estável, moderadamente estável, medianamente estável/vulnerável, moderadamente vulnerável e vulnerável. A classe medianamente estável/vulnerável foi a mais representativa para a tema solos, ocupando 10,87 km² de extensão (64,9% da bacia), enquanto o tema vegetação predominam às classes moderadamente vulnerável e vulnerável, ocupando 14,93 km² de extensão (89,21% da bacia). Os resultados mostram-se como uma maneira adequada na tomada de decisão e gestão territorial da bacia, e permitiram o conhecimento da morfodinâmica da bacia e a sua classificação em unidades de paisagem de acordo com o grau de vulnerabilidade natural à perda de solo por erosão, podendo fornecer subsídios ao Zoneamento Ecológico-Econômico.
